A publicação de versões incomuns no Brasil amplia o repertório cultural do público que nos prestigia com sua audiência e atende uma demanda crescente por diversidades esportivas. A nossa postura não significa necessariamente que queremos a morte do formato tradicional do Bolão praticado no Brasil, mas de uma exigência em demonstrar as alternativas disponíveis com amplas possibilidades de entretenimento para o esporte da bola de madeira.
Inicialmente, estabelecemos com alguns Clubes do leste europeu uma espécie de "convênio colaborativo" onde compartilhamos nossas raízes esportivas e, ao mesmo tempo, divulgamos aqui suas bem sucedidas versões da Bola 16. O intuito está em estabelecer um intercâmbio de informações visando o progresso do esporte, principalmente no território brasileiro. A cobertura de esportes globais e emergentes, mesmo que não tradicionais no Brasil, democratiza o acesso a informação e educa os leitores sobre oportunidades.
A outra face desta questão tem a ver que o antigo esporte sempre corre o risco de se tornar obsoleto se ignorar as demandas das novas gerações que exigem consumo de conteúdo rápido, interativo e personalizável, para manter sua relevância na atualidade.
Que nos perdoem os leitores que entenderam a nossa intenção de forma divergente. Nossa proposição não foi de criar tensão. Pelo contrário! Achamos que o Bolão tradicional está tentando se modernizar, dentro de um escopo de recursos limitados. O que defendemos, no entanto, é o fato que o próprio público passou a exigir adaptações às transformações socioculturais modernas.
Práticas alternativas não apagam o passado, mas fortalecem o esporte como ferramenta global de transformação social. Desculpem, também, pela linguagem um tanto acadêmica!

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