Eu ouvi uma frase após a disputa que me motivou a escrever sobre a síndrome provocativa ao segundo colocado de qualquer competição: o "vice-campeão é o primeiro derrotado". Uma opinião subjetiva porque um segundo lugar tem muitos significados e importâncias devidas.
Um vice-campeonato nunca apaga o valor do processo, o suor derramado e a superação de desafios ao longo dos anos ou de uma temporada.
A vitória mais difícil é saber perder. Longe de ser uma derrota absoluta, o segundo lugar é a consolidação de um projeto forte e do amadurecimento constante, provando que a equipe chegou entre os melhores através de muito trabalho.
O Clube SCRESA foi um time que lutou até o fim com respeito e dignidade. Até porque a Taça Brasil de Clubes Masculino de Bolão reúne um grupo seleto dos melhores times do Brasil na categoria. A equipe saiu fortalecida da experiência demonstrando persistência e evolução ao longo da jornada.
As pessoas não sabem e não têm ideia o quanto o clube trabalhou para chegar ali. Um projeto que deu certo e feito por pessoas corretas. Sim, o grupo deve comemorar com toda a afirmação de quem sabe que a história poderia ser outra.
O Clube SCRESA deve sim é se orgulhar de sua conquista, uma vez que, já tem vaga garantida na disputa de 2027, que ocorrerá no Estado do Paraná. Além disso, levou de quebra dois dos principais troféus individuais do torneio com os atletas: Clênio Brandt (Braço de Ouro) e Maurício Dessbessel (Braço de de Prata).
Organizado pela Confederação Brasileira de Bolão (CBBo) e com apoio da Federação de Bolão do Rio Grande do Sul (FBRGS), a Taça Brasil de Clubes Masculino Bola 23 de 2026 foi realizada de 9 a 12 de julho, nas canchas do Clube SCRESA, de Erval Seco. O título da edição ficou com o Clube Esportivo São Martinho, de São Martinho (RS).
Clube SCRESA de Erval Seco
Da esquerda para a direita: Alex Blatt/Clube São Martinho (Braço de Prata), Clênio Brandt/SCRESA (Braço de Ouro) e Maurício Dessbessel/SCRESA (Braço de Prata)
Edição e Redação: Blog O Braço de Ouro
Fonte: FBRGS









