A "maldição do anfitrião" gaúcho na Taça Brasil de Clubes de Bolão Masculino e Feminino parece ter assolado de vez os representantes gaúchos nas duas últimas edições da competição. O peso de jogar em casa muitas vezes gera uma pressão extra, transformando a sede em um ambiente de ansiedade em vez de vantagem segura.
A expectativa geral sempre define o clube anfitrião como favorito lógico. No entanto, nas duas últimas edições de ambas as competições no Rio Grande do Sul, os anfitriões acabaram sendo surpreendidos por equipes copeiras que lidam melhor com o ambiente hostil. Senão vejamos:
- Final Feminina de 2023 em Campo Bom (RS) - Campeão Mosquito de Agronômica (SC).
- Final Masculina de 2023 em São Martinho (RS) - Única exceção com vitória do anfitrião.
- Final Feminina de 2026 em Novo Hamburgo (RS) - Campeão Clube 15 de Novembro de Campo Bom (RS).
- Final Masculina de 2026 em Erval Seco - Campeão Clube Esportivo São Martinho de São Martinho (RS).
A obrigação de vencer aumenta o nervosismo dos atletas, uma vez que, trata-se de oportunidade única de conquista. Já os rivais entram em quadra sem nada a perder, jogando com o regulamento debaixo do braço. Para agravar ainda mais a situação, no caso de 2026, ambas as equipes estreavam como anfitriões e foram surpreendidas.
Pra lidar melhor com esta suposta "má sorte", as equipes que se candidatarem para 2029, terão que lidar com outra novidade: as canchas serão neutras (ao menos é o que está em discussão na CBBo e que deverá tomar forma no próximo arbitral da entidade).
Edição e Redação: Blog O Braço de Ouro
Fonte: FBRGS

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